IMPLANTAÇÃO DO SISTEMA INER DE RESÍDUOS SÓLIDOS

 

 

O Grupo Empresarial INER (All Parking Comércio e Indústria Ltda.) pessoa jurídica de direito privado, inscrita no CNPJ sob o n° 57.005.365/0001-26, fundada em 29/01/1987, com sede administrativa situado na Rua Cecília Bonilha, n° 147, Vila Bonilha, São Paulo - SP, CEP 02919-000 devidamente inscrita no CNPJ 57.005.365/0001-26 empresa coligada a CESB - Confederação do Elo Social Brasil, instituição social sem fins lucrativos, criada nos termos dos incisos XVII e XVIII, do Artigo 5º da Constituição da República Federativa do Brasil, e do artigo 16, do Decreto Lei n. 678, de 06/11/1992, e das Leis 9.790/99 e 10.406/06, inscrita no CNPJ sob nº 08.573.345/0001-46 e ao SINDETAP Sindicato Nacional dos Decoradores e Tapeceiros, CNPJ nº 05.813.400/0001-30, com sede nacional na rua Jayme Von Rosemburg, 58 - SãoPaulo - CEP 02918-190 vem respeitosamente à presença de vossa senhoria para apresentar o sistema INER de resíduossólidos.

 

Com base na Lei 12.305/10 de resíduos sólidos: Que é do conhecimento de todos, que foi aprovada em 02/08/10 que instituiu no Brasil a Política Nacional de Resíduos Sólidos e logística reversa. Também é do conhecimento de todos que as prefeituras e empresas tiveram um prazo de 4 (quatro) anos para se adequarem a nova lei o que deveria ser feito através de "Planos de resíduos Sólidos". O que se sabe também é que as prefeituras gastaram na elaboração destes "Planos de Resíduos Sólidos" (em folhas de papel A-4 empilhadas o equivalente ao custo da compra de todas as usinas que estaremos implantando no Brasil.

Não faz parte da política do Grupo INER nem das instituições parceiras discutirem se os valores destinados as estes planos que acabaram não saindo do papel, foram ou não foram bem utilizado já que para este fim temos todo um legislativo além dos Tribunais de Contas e o Ministério Público para averiguarem.

Cabe a nós como uma empresa da iniciativa privada em parceria com as instituições referendadas, apresentar uma solução economicamente viável a empresários sérios que queiram permanecer no ramo ou a novos empresários que no ramo queiram ingressar, mas que antes da implantação do sistema INER, parecia ser impossível.

 

As estatísticas nos mostram que o ramo de coleta de lixo é o campeão no apoio financeiro de campanhas eleitorais, seguido pelo ramo, de transportes públicos e só em terceiro lugar é que encontramos as obras públicas.

 

Estudando também este fenômeno, pudemos perceber que os empresários deste segmento não teriam que participar de campanhas eleitorais com tanto vigor e afinco se estivessem com suas situações totalmente regularizadas, e é exatamente isto que o sistema INER irá possibilitar a todos, vez que o lixo é tratado como ouro em todos os países do mundo e aqui no Brasil parece que esta visão demorou um pouco mais para chegar.

 

Pode até ter demorado um pouco, mais chegou a tempo de evitarmos ainda um mal maior, vez que quem descobriu que para se tratar da saúde teríamos que tratar de nossos dejetos foram os gregos e mesmo assim no Brasil ainda não se atentou para este detalhe, caso tivesse atentado não faria campanhas milionárias para tratar da saúde e manter ativos mais de 3.500 (três mil e quinhentos) lixões.


A situação do governo Brasileiro nas esferas federal, estaduais e municipais não nos permite acreditar em uma hipótese séria de sanar qualquer tipo de problema muito menos o problema do lixo, que envolve a cultura de nosso povo, a municipalidade, o estado, a FUNASA, o Ministério das Cidades, o Ministério da Saúde e finalmente a necessidade de "algumas emendas parlamentares" hoje cada vez mais raras.


É claro que as empresas do ramo de coleta de lixo não vislumbravam tanta segurança para investir em um ramo tão oscilante como este, já que temos informações que a  cada vez que ocorrem eleições "ocorrem também mudanças".

 

Para acabar com esta insegurança, estamos implantando o sistema INER em todo território nacional, e possibilitando aos empresários do ramo que possam ser proprietários dos próprios negócios, já que manter uma estrutura política é muito mais cara e ineficiente do que manter uma estrutura empresarial. E quando não temos nada errado no que fazemos, não podemos ser obrigados a participar de campanhas políticas que levaram o Brasil a situação que hoje se encontra.

 

Para a implantação do Sistema INER de Resíduos Sólidos se fez necessário à redivisão municipal, que agrupou municípios menores para atingirem 100.000 (cem mil) habitantes, transformando-os em um consórcio, independente da anuência ou não das prefeituras mesmo porque o sistema é 100% da iniciativa privada não depende assim de vontade política para se instalar.

 

Municípios com mais de 100.000 (cem mil) habitantes passam a ter suas usinas próprias e municípios maiores poderão ter usinas duplas com capacidade para processar lixo de 200.000 (duzentos mil) habitantes.

 

COMPOSIÇÃO DO SISTEMA INER DE RESÍDUOS SÓLIDOS:

 

Observação: Divisão Regional, de modo que cada uma terá uma ou duas usinas de compostagem, um crematório de animais, um incinerador de resíduos sólidos hospitalares e a cada CTT teremos uma sede da Cooperiner.

 

01) CTT - Centro de triagem e transbordo simples (folhas 05)

02) CTT - Centro de triagem e transbordo duplo (folhas 06)

03) Usina de incineradora de resíduos sólidos hospitalares (folhas 07)

04) Crematório de animais (folhas 08)

05) Usina de compostagem e briquetes (folhas 09).

 

DA PREFERÊNCIA NA AQUISIÇÃO:

 

Gozarão de preferência na aquisição primeiramente as empresas do ramo que tenham contrato de coleta de lixo na região de cobertura da usina tipo CTT, seguidas de empresários da região e do estado que intencionem ingressar no ramo de atividade.

 

A primeira  rodada de negócios deverá ocorrer apenas entre as empresas coletoras de lixo do local, caso não haja um consenso na fusão empresarial das mesmas, será marcada uma segunda rodada com a eliminação das empresas que não se identificaram com os objetivos do programa e a participação dos empresários da região que tenham manifestado interesse em ingressar no ramo de atividade.

 

Em uma próxima eventual rodada de negócios, teremos a presença de empresários do ramo de todo território nacional, seguidos de empresas interessadas e cadastradas em nosso banco de dados dos países Árabes, Chineses e Coreanos.

 

FORMA DE COMERCIALIZAÇÃO:

 

Vendem-se apenas os CTTs, e juntamente com os CTTs os investidores adquirem quotas de participação na usina de compostagem, incinerador de resíduos sólidos hospitalares e de crematório de animais, contando também com uma forma de parceria com as cooperativas de trabalho e o apoio do Instituto INER.

 

O valor está especificado nas folhas 05/06 (cinco e seis), e poderá ser pago de várias formas, até com financiamentos do BNDES, outros bancos e fundos de pensões internacionais.

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DA VIABILIDADE ECONÔMICA DO MODELO DE NEGÓCIO:

 

Em todas as esferas do governo, quer federal, estadual ou municipal, cogita-se sobre eventual incentivo aos empreendedores brasileiros, para investir em soluções voltadas ao destino final dos resíduos sólidos (lixo).

 

Muitos países também alertam para o grande bem que os cuidados com a destinação do lixo traz para a saúde pública sem que possamos ainda levar em conta os benefícios para com o meio ambiente.

 

Porém, investir neste ramo de atividade não era tão simples assim, já que no Brasil todos somos sabedores da existência de um grupo de empresas e empresários que de forma política vinham monopolizando o mercado.

 

Com esta prática a tecnologia reinante fora do Brasil, não são "aterros sanitários" e sim usinas de beneficiamento de resíduos sólidos. E acabaram não conseguindo entrar em nosso mercado o que nos coloca nos últimos lugares do mundo com relação à responsabilidade para com o meio ambiente.


O simples aprovar de uma nova Lei de resíduos sólidos, punindo prefeitos que não destinarem corretamente seus resíduos sólidos não teve o poder de por si só colocar fim a toda problemática. O mercado do lixo acabou sendo pulverizado em diversas "cooperativas" nem sempre verdadeiras, e a mão de obra que em pleno ano de 2.017 puxa carroças por nossas ruas. Mesmo assim movimentam valores expressivos para alguns em prejuízo de outros.

 

Muitos planos assistencialistas são lançados nas esferas municipais, estaduais e federal, mas nenhum deles também teve a capacidade de sanar de vez o problema.

 

Em pesquisas por nós realizadas junto às empresas envolvidas neste "mercado" constatou-se uma distorção de valores que chega às vezes a 600% de diferença entre os famigerados catadores e os compradores finais.


Com a implantação nacional do sistema INER de resíduos sólidos, através do programa "Lixo Zero Social 10", estaremos profissionalizando de vez este mercado eliminando do mesmo os atravessadores, e desta forma possibilitando ao país que finamente cumpra suas obrigações e que os empresários do ramo tenham uma renda digna do investimento que fizeram.

 

Mais uma vez a iniciativa privada irá adotar um sistema onde terá a solução a baixo custo e alta rentabilidade de um setor que se encontra abandonado por falta de soluções práticas e de gestão integrada, resolvendo o problema de lixo no Brasil e trazendo benefícios para toda a sociedade e governo.

Com o inevitável fechamento dos lixões a céu aberto e também os travestidos de aterros sanitários, teremos também, atrelados ao fechamento dos ferros velhos  que  não tiverem uma estrutura similar a que estamos implantando, toda esta riqueza que hoje vem sendo ilegalmente enterrada virá para as usinas do sistema INER, que terá o seu faturamento multiplicado muitas vezes, já que o modelo de cooperativa do sistema INER, não compra papelão, vidros, latinhas de alumínio e garrafas pets, e se limita única e exclusivamente nos resíduos sólidos de origem moveleira que lhes são levados pelas prefeituras e sendo assim fica decretado o fim dos catadores, que certamente não terão aonde vender seus produtos já que o sistema INER não compra e as cooperativas também não.

 

Ou seja, quem lucra com o lixo terá como benefício o controle e movimentação desse mercado, uma vez que terá várias formas de faturamento, como valores recebidos da prefeitura e ou de empresas coletoras de lixo, que por falta de opção barata terá que descartar o lixo nos CTTs INER.

 

Com o recebimento e seleção do lixo recebido, o sistema irá proporcionar lucros operacionais os quais irá viabilizar o retorno do investimento em curto espaço de tempo, resultando também em lucro para os empresários/investidores.

Estaremos disponibilizando software de controle para acompanhamento direto das obras através de tablet, celulares, computadores.

 

Plataforma 100% online onde o COI (Centro de Operações Iner) registra, organiza e consulta todas as informações relativas aos empreendimentos. Todos os profissionais do COI, INER e INVESTIDORES/EMPRESÁRIOS ficam em comunicação constante compartilhando documentos e informações sobre os empreendimentos.

Implantação Nacional do Sistema

INER de Resíduos Sólidos

Conheça o Sistema de Usinas do Projeto Desmanchecar - uma iniciativa

do Instituto INER. Veja todas as informações ao clicar no PDF.

Bem vindo à Cooperiner 
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